Gol de Marquinhos, Figueirense 1 x 0 Fluminense – Série A 27/11/2016

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Já rebaixado, Figueirense bate o Fluminense, que não vence há nove partidas
Vitória dos catarinenses com gol do zagueiro Marquinhos pouco altera situação das equipes na tabela, mas ambas terão papel decisivo na luta contra a degola na última rodada.

Sabem aquelas plaquinhas que as empresas da construção civil colocam nas obras? “Estamos há x dias sem acidentes”. Pois é. O Fluminense, se quiser, pode atualizar a dele. Só que o dado é muito negativo. “Estamos há 57 dias sem vitórias”. O jejum continua, chegou à nona partida no Brasileirão, e vai completar dois meses, inclusive. A derrota da vez foi diante de um já rebaixado Figueirense, em Santa Catarina, por 1 a 0, neste domingo, pela 37ª rodada. Curiosamente, quem estava há nove jogos sem ganhar era o Figueira.

O Tricolor começou a rodada precisando de um milagre inimaginável para chegar ao G6, mas ele passou longe de acontecer, especialmente por culpa do próprio Fluminense, que jogou muito mal. Com os atuais 49 pontos, o jeito vai ser tentar um último esforço por uma vaga na Sul-Americana, diante da torcida, no Maracanã, contra um desesperado Internacional. É a chance de uma despedida digna da temporada.

No estádio em que o Flu foi campeão da Copa do Brasil-2007, o Orlando Scarpelli, a saudade deve ter batido no coração tricolor.

Marcão fez alguns experimentos. Apostou em Henrique Dourado no ataque, por exemplo. Ele não entrava em campo desde o Fla x Flu, em 13 de outubro. Mas não deu certo. Um time desencontrado, sem inspiração, sem mostrar aquela gana que amenizaria a irritação do torcedor.

Para piorar, ainda deu espaço na marcação. Na bola parada, com cobrança de falta em direção à área, Gum e Henrique não conseguiram neutralizar o zagueiro Marquinhos. A cabeçada do defensor de 1,94m morreu no canto esquerdo de Júlio César.

Os protestos dos poucos torcedores do Figueira na arquibancada poderiam ser muito bem direcionados ao Fluminense. O “mudança já” escrito em uma faixa não veio no segundo tempo tricolor.

O Figueirense, por vários momentos, permitiu a troca de passes do Flu na linha defensiva e no meio-campo, apostando que nada de produtivo aconteceria. Se valesse dinheiro, ganharia, porque, tirando balões em direção à área do time da casa, o Fluminense não ameaçou. Wellington foi quem mais tentou tirar o time da zona de desconforto. Mas o esforço individual foi em vão.

Mexe de lá, mexe de cá, tira volante, bota jogador de lado de campo, e nada. Assim terminou mais uma atuação melancólica do Fluminense.

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